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A Lenda da Ilha do Jorge Grego
Os males causados pelo tabagismo são mais do que conhecidos e a cada dia mais difundidos através
dos diversos meios de comunicação. O público
mergulhador, caracterizado por pessoas pertencentes a um grupo social
mais informado e consciente, tem pleno conhecimento disso, mas ainda
existem muitos que não conseguem superar a força do
vício e fumam a qualquer instante, mesmo nos momentos onde
seu organismo se encontra mais fragilizado em relação
aos efeitos nocivos das muitas substâncias encontradas nos cigarros.
Aproveitando matéria publicada pela Alert Diver (Julho/Agosto
2004 – autoria do patologista forense Dr Jim Caruso), estou
procurando trancrever alguns dos aspectos mais importantes e que espero
chamem a atenção dos tabagistas.
O
Pirata navegava em direção ao Estreito de Magalhães,
quando se viu perseguido por Naus da Armada Inglesa. Atacado, sem
meios de alcançar a Ilha Grande e já com o navio em
pedaços, naufragou junto a terra mais próxima, conseguindo
salvar suas duas filhas e um marinheiro que logo escravizou.
Com o tempo as filhas foram crescendo, a pirataria
esquecida e uma rica agricultura floresceu em toda a ilha. Mas certo
dia Jorge percebeu a paixão de seu escravo por uma de suas
filhas. Em desespero, o pirata assassinou seu companheiro e tornou-se
amante de suas próprias filhas, até que a maldição
caísse sobre a ilha, e ventos nunca vistos antes, varreram
de repente as casas, desapareceram as lavouras, os campos secaram,
e Jorge Grego, sozinho e louco, vagou pela ilha até a morte,
enterrando antes, o tesouro que acumulara.
23°13,02´S
044°02,03´W Profundidade: 30m (máxima) O acesso por barco é difícil, deve-se dar preferência a saídas em lanchas rápidas, devido a distância da praia. |
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Águas cristalinas e costões rochosos. Ilha não
abrigada o que deixa as embarcações suscetíveis
às mudanças repentinas de tempo e correntes marítimas.
O importante é sempre ficar atento ao menor sinal de mudança
dos ventos, porque não há um abrigo seguro.
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Diversos peixes crustáceos e moluscos como: Polvos, Camarões,
Estrelas-do-mar, lulas, Arraias chitas, Arraias manteigas, Xaréus,
Garoupas, Badejos, Olhos de Boi e peixes de passagem (cardumes de
bonitos e enchovas) fazem desse ponto o mais piscoso da região.
Como está localizada em mar aberto as visibilidades acima de
15 metros são frequentes. Ao norte e oeste temos os melhores
e mais produtivos mergulhos, por termos mais vida marinha e formações
mais exóticas.






